03 janeiro 2011

Incompreensão solitária.

Num dos últimos dias de 2010 ouvi um guarda prisional a justificar uma marcação de greve com vários argumentos. Entre eles, a falta de vontade com que ele e os colegas iam de manhã para o trabalho. Dizia que tinham chegado a um ponto que já não se sentiam realizados e motivados e que isso devia ser reposto com as exigências reclamadas.

Daqui para a frente foi só a minha cabeça baralhada a tentar arrumar as razões nesta secção de pessoal.