12 Março 2010

Poupem os portugueses às fantochadas dos inquéritos, sindicâncias ou processos.

Numa análise ao panorama político, ético e de apuramento de responsabilidades em Portugal, simplifico a minha observação e exigência. A falta de consequência dos malabarismos político-judiciais a que temos assistido nos últimos tempos poderá reflectir-se em três perguntas simples:

- Quem vai preso?
- Quem vai pagar tudo o que deve ou roubou?
- Quem é que vai ser demitido ou demitir-se das suas funções?

Tristemente percebemos que a resposta às questões anteriores é a mesma: ninguém.

Assolado por uma tristeza perante a verdade da vida portuguesa, dou comigo a pensar numa das funções mais importantes das forças armadas de qualquer país: garantir a segurança e funcionamento da sociedade civil quando mais nada o consegue fazer. Claro que isto é apenas uma golfada delirante da minha mente.